sábado, 18 de fevereiro de 2012

TETRAGRAMA YHWH

                                           
                                                             Tetragrama YHVH




Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Tetragrama Sagrado YHVH ou YHWH (mais usado), (יה-וה, na grafia original, o hebraico), refere-se ao nome do Deus de Israel em forma escrita já transliterada e, pois, latinizada, como de uso corrente na maioria das culturas atuais.
A forma da expressão ao declarar o nome de Deus YHVH (ou JHVH na forma latinizada) deixou de ser utilizada há milhares de anos na pronúncia correta do hebraico original (que é declarada como uma língua quase que completamente extinta). As pessoas perderam ao longo das décadas a capacidade de pronunciar de forma satisfatória e correta, pois a língua precisaria se curvar (dobrar) de uma forma em que especialistas no assunto descreveriam hoje em dia como impossível.
Originariamente, em aramaico e hebraico, era escrito e lido horizontalmente, da direita para esquerda יה-וה; ou seja, HVHY. Formado por quatro consoantes hebraicas — Yud י Hêi ה Vav ו Hêi ה ou יה-וה, o Tetragrama YHVH tem sido latinizado para JHVH já por muitos séculos.
As letras da direita para esquerda segundo o alfabeto hebraico são:
Hebraico Pronúncia Letra
י Yodh ou Yud "Y"
ה He ou Hêi "H"
ו Waw ou Vav "V"
ה He ou Hêi "H"
O tetragrama aparece 6.828 vezes — sozinho ou em conjunção com outro "nome" — no texto hebraico do Antigo Testamento, a indicar, pois, tratar-se de nome muito conhecido e que dispensava a presença de sinais vocálicos auxiliares (as vogais intercalares).
Os nomes YaHVeH (vertido em português para Javé), ou YeHoVaH (vertido em português para Jeová), são transliterações possíveis nas línguas portuguesas e espanholas, mas alguns eruditos preferem o uso mais primitivo do nome das quatro consoantes YHVH; já outros eruditos favorecem o nome Javé (Yahvéh ou JaHWeH). Ainda alguns destes estudiosos concordam que a pronúncia Jeová (YeHoVaH ou JeHoVáH), seja correcta, sendo esta última a pronúncia mais popular do Nome de Deus em vários idiomas.

                                           

                   Letras Hebraicas י (yod) ה (heh) ו (vav) ה (heh), ou Tetragrama YHVH


                                               
          YHWH grafado em páleo-hebraico, em fragmento daSeptuaginta Grega ainda                          usada no Século I

YHWH grafado em páleo-hebraico, em fragmento da Septuaginta Grega ainda usada no Século I
A antiguidade e legitimidade do Tetragrama como O Nome de Deus para os judeus pode ser comprovada na conceituada tradução para o grego da Bíblia Hebraica, chamada Septuaginta Grega, onde o Tetragrama aparece escrito em hebraico arcaico ou páleo-hebraico. Foram encontrados fragmentos de cópias primitivas da LXX (Papiro LXX Lev. b, Caverna n.º 4 de Qumran, datado como sendo do Século I a.C.) onde o Tetragrama YHWH' é representado em letras gregas (Levítico 3:12; 4:27).
Estudos revelam que apenas em cópias posteriores da Septuaginta Grega, datadas do final do Século I d.C. em diante, os copistas começaram a substituir o Tetragrama YHWH por Kýrios, que significa SENHOR (em letras maiúsculas) e por Theós, que significa Deus. Essa foi a razão de YHWH ter desaparecido graficamente do texto do Novo Testamento em algumas traduções bíblicas.
[editar]Outros conceitos sobre o Deus YHWH
Outros estudiosos encaram YHWH como um Deus da natureza adorado no Sul de Canaã e pelos nômades dos desertos circundantes, intimamente ligado ao Monte Horebe, na Península do Sinai. Segundo o livro bíblico de Gênesis, foi o Deus YHWH que se revelou ao semita Abrão (depois chamado de Abraão) em Ur, na Baixa Mesopotâmia. Historicamente, surge aqui o princípio do monoteísmo hebraico no interior de uma sociedade fortemente politeísta.
O Deus YHWH é deste modo identificado como a Divindade que causou o Dilúvio Bíblico. É o Deus de Adão, de Abel, de Enoque e de Noé. É o Criador do Universo e de todas as formas de vida na Terra. É também chamado por Adonai (Soberano Senhor), Elohim (Deus, e não deuses, visto que trata-se de plural majestático[1] e cristãos têm afirmado que a forma plural teria o sentido de plural majestático[2]), HaAdón (o [Verdadeiro] Senhor), Elyón (Deus Altíssimo) e El-Shadai (Deus Todo-poderoso).
Assim, o Deus YHWH se assume como um Deus familiar, o "Deus de Abraão, de Isaque e Jacó", protector da linhagem do "descendente" [ou "semente"] de Abraão. De seguida, torna-se no Deus das 12 tribos de Israel. É o Deus Libertador do povo de Israel da escravidão no Egipto e quem o faz conquistar a terra de Canaã. Para tal, revela-se a Moisés, a quem entrega seus Dez Mandamentos no monte Sinai. Para sua adoração e cumprimento de sua Lei, são constituídos sacerdotes os da tribo de Levi, ou Levitas, sob a liderança do Sumo Sacerdote, da linhagem de Aarão.
Com o estabelecimento da Monarquia do Antigo Israel, e mesmo após a divisão do Reino, emerge o papel dos profetas do Antigo Testamento como porta-vozes especiais do Deus YHWH. Tornam-se desse modo figuras-chave na vida religiosa, com uma autoridade única. Também consolidam a ideia da vinda do Messias como o "Ungido" de YHWH, descendente da Tribo de Judá e da Casa Real de David.

                                                     
          O Tetragrama YHWH no alfabeto fenícioaramaico e hebraico moderno.

O Tetragrama YHWH no alfabeto fenício, aramaico e hebraico moderno.
O Tetragrama que aparece milhares de vezes nas escrituras sagradas era um nome muito conhecido na época de Messias. Contudo, com o passar do tempo o significado fonético se manteve oculto, mas não perdido. Para alguns estudiosos da literatura judaica, o nome do Eterno era impronunciável, e segundo a explicação científica dos judeus, passaram a não pronunciar o nome do Eterno Todo Poderoso porque sentiam-se temerosos em transgredir o terceiro mandamento do Eterno no Decálogo: Mas tudo não passou de um engano, pois até os dias atuais o Nome do Eterno continua sendo pronunciado quando se diz: Benyamim Nethanyahu, provando que a pronúncia nunca foi esquecida. Entre outros vários nomes como por exemplo: Elyahu, Yermyahu,Yashyahu, etc...
"Não tomarás o nome de YHWH, teu Altíssimo, em vão, pois YHWH não considerará impune aquele que tomar seu nome em vão." Êxodo 20:7
Assim, em determinado período, surgiu entre os judeus uma ideia supersticiosa, de que era errado até mesmo pronunciar o Tetragrama YHWH. Não se sabe exatamente em que se baseou a descontinuidade do uso deste nome. Alguns sustentam que o nome era considerado sagrado demais para ser proferido por lábios imperfeitos. Mas uma pesquisa no Velho Testamento não revela nenhuma evidência de que quaisquer dos adoradores de YHWH alguma vez hesitassem em proferir o nome Dele.
Documentos hebraicos não-bíblicos, tais como as chamadas Cartas de Laquis (escritas em fragmentos de cerâmica encontradas em Tell ed-Duweir em 1935 e outras três em 1938), mostram que YHWH era usado na correspondência comum na Palestina na última parte do Século VII A.C. Em todas as cartas legíveis se encontram expressões como:
"Que יהוה [YHWH] faça que meu senhor ouça hoje mesmo notícias de paz." Provando que o Nome nunca foi esquecido. Lachish Ostracon IV, Ancient Near Eastern Texts, p. 322.[3].
Outro conceito sustenta que se pretendia impedir que povos não-judeus (gentios) conhecessem O Nome e possivelmente o usassem mal. Todavia, o antigo Testamento afirma que o próprio YHWH faria com que Seu nome "fosse declarado em toda a Terra", para ser conhecido até mesmo pelos seus adversários. (Êxodo 9:16; Isaías 64:2; Jonas 1:1,17) O Nome do Deus de Israel era conhecido e usado por nações pagãs (politeístas) tanto antes da Era Cristã como nos primeiros séculos dela.[4] . "Como é impossível que YHWH minta, só quem mentiu foi o seu povo dizendo que esquecera a pronúncia!", dizem algumas seitas, como "Os testemunhas de Yahushua" (Ver artigo do nome original de Jesus / Yeshua - particularmente em O nome árabe ), autodenominados "Ohol ou Oholyao", e outras variantes recentes como "Os testemunhas (ou irmãos) de Yaohushua" [1]. Acreditam nos conceitos cristãos, sendo cristãos em doutrina, diferindo apenas no uso do que acham ser o nome correto de Jesus como fonte de salvação da seita. Eles negam a lei judaica (Toráh) e as takanot (tradições) judaicas.
Já outros não-judeus (gentios) que desejem se agregar à crença à YHWH são orientados (pelo Judaísmo) de maneira bem diferente quanto ao trato com o nome do Deus YHWH ("Lei de Noé" Nº01: "Não cometer idolatria"), o que é interpretado principalmente como preservar o nome YHWH, assim como explicam, não tomando o nome em ocasiões ou cultos vãos [2].
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O Nash Papyrus (Século II a.C.) contém uma parcela do texto pré-Massorético, especificamente os Dez Mandamentos.
Não existem certezas do(s) motivo(s) originalmente apresentado(s) para se descontinuar a pronúncia correcta do Tetragrama YHWH, assim como também há muita incerteza quanto à época em que tal conceito supersticioso se iniciou. Alguns afirmam que começou após o Exílio Babilónico. Mas o profeta Malaquias foi um dos últimos escritores do Velho Testamento na última metade do Século V a.C., e dá grande destaque ao Nome Divino.
Outras obras de referência sugerem que O Nome deixou de ser usado por volta de 300 a.C.. Evidência para esta data foi supostamente encontrada na ausência do Tetragrama (ou de uma transliteração dele) na tradução Septuaginta Grega, iniciada por volta de 280 a.C.. É verdade que as cópias mais completas dos manuscritos da Septuaginta Grega agora conhecidas seguem uniformemente o costume de substituir o Tetragrama YHWH por expressões substitutas. No entanto, estes manuscritos principais remontam apenas ao Século IV e ao século V. Descobriram-se recentemente cópias mais antigas da Septuaginta Grega que continham o Tetragrama YHWH, embora em forma fragmentária.
Uma delas, descoberta no Egipto, são os restos fragmentários dum rolo de papiro da LXX com uma parte de Deuteronómio (32:3,6) identificado como Papiro Fouad Inventário n.° 266. Apresenta 49 vezes o Tetragrama YHWH, escrito em caracteres hebraicos quadrados, em cada ocorrência no texto hebraico traduzido. Registram-se mais três ocorrências de YHWH em fragmentos não identificados (116, 117 e 123). Os peritos datam este papiro como do Século I a.C. , e neste caso, foram escritos quatro ou cinco séculos antes dos manuscritos já mencionados.
Comentando que os fragmentos mais antigos da Septuaginta Grega realmente contêm YHWH, o Dr. P. Kahle diz:
"Sabemos agora que o texto grego da Bíblia [a Septuaginta], no que tange a ter sido escrito por judeus para judeus, não traduziu o nome divino por Kýrios, mas o Tetragrama escrito com letras hebraicas ou gregas foi retido em tais manuscritos. Foram os cristãos que substituíram o Tetragrama por Kýrios, quando o nome divino em letras hebraicas não era mais entendido'."[5]
Assim, pelo menos em forma escrita, não existe evidência sólida de qualquer desaparecimento ou abandono da pronúncia do Tetragrama YHWH no período a.C..
No Século I, surge pela primeira vez alguma evidência duma atitude supersticiosa para com esse nome. Flávio Josefo, historiador judeu que descendia duma família sacerdotal, após narrar a revelação que Deus forneceu a Moisés no local do espinheiro ardente, ao falar sobre pronúncia do Nome de Deus do Tetragrama YHWH menciona apenas:
"O Nome sobre o qual estou proibido de falar."[6]
Esta mudança ocorreu nas traduções gregas da Septuaginta nos séculos que se seguiram à morte de "Jesus Cristo" (Yeshua) e de seus apóstolos. Na versão grega de Áquila, que data do século II d.C., e na Hexapla de Orígenes, que data por volta de 245, YHWH ainda aparecia em caracteres hebraicos.[7]
Ainda no Século IV, Jerônimo de Strídon, perito bíblico e tradutor da Vulgata Latina, diz no seu prólogo dos livros bíblicos de Samuel e de Reis:
"E encontramos o nome de Deus, o Tetragrama, em certos volumes gregos mesmo hoje, expresso em letras antigas."[8]

domingo, 5 de fevereiro de 2012

GLORIOSA MENSAGEM





GLORIOSA MENSAGEM
                         

      "Todo aquele que invocar o Nome YAOHU será salvo." (Atos 2.21 )




ESTUDOS À LUZ DAS ESCRITURAS:






O NOME YAOHUSHUA NO ANTIGO TESTAMENTO














SINÓPSE:


A Leitura deste estudo vai nos ajudar a entender, por que existem 14 personagens denominados YAOHUSHUA no Antigo Testamento, e como identificar o Mehushkhay entre eles.





Sugestões do autor:

1-    Caso você ainda não esteja familiarizado com os nomes e palavras originais em hebraico utilizadas neste estudo, você tem na COMUNIDADE NO ORKUT - PALAVRAS HEBRAICAS NO OHOLYAO ( http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=112590386 ) um espaço com as palavras utilizadas pelo Oholyao para que você, possa consultar, e confirmar os significados, escritas e pronúncias.

2-    Caso ainda não tenha ouvido falar da importância dos Nomes originais em hebraico, sugerimos que você inicie os estudos disponíveis neste site, pelo estudo – Santificado seja o Seu Nome, disponível em nossa tabela de estudos.




Desejamos a todos, um bom estudo.

Shuaoleym.



O NOME YAOHUSHUA REVELADO NO ANTIGO TESTAMENTO.


Estava profetizado em YarmiYaohu que o RENÔVO de Dáoud (Davi) seria chamado YAOHU TZAODOQ, que significa YAOHU, JUSTIÇA.

YarmiYaohu 23:8Porque vem o dia, diz YÁOHU ULHÍM, em que porei um ramo justo sobre o trono de Dáoud. Será um rei que governará com sabedoria e justiça, e que fará prevalecer a retidão sobre toda a terra. E este será o seu (Nome) Shúam: YaohuTzaodoq (Yaohu é a nossa Justiça). Nesse tempo YAOHÚ-dah será salva e Yaoshorúl viverá em shua-oleym.

Agora amados, atentem para o fato de que ZocharYaohu dá complemento a essa profecia dizendo:

ZocharYaohu 6:9Numa outra mensagem disse YÁOHU ULHÍM: 10Heldai, Tobias e Yaoda-YÁOHU hão-de trazer presentes de prata e de ouro da parte dos YAOHÚ-dim exilados em Babilónia. No próprio dia em que chegarem, vai ao encontro deles na casa de Yaosa-YÁOHU (filho de Zafna-YÁOHU), onde ficarão instalados. 11-13Aceita-lhes os presentes e faz deles uma coroa de prata e de ouro. Coloca seguidamente essa coroa na cabeça de Yaohúshua (filho de Yaohutzaodoq), sumo intermediário. Diz-lhe que YÁOHU UL Tzavulyáo celestiais lhe faz saber o seguinte: Tu representas o homem que há-de vir, cujo nome é Rebento - brotará deste lugar e edificará o Templo de YÁOHU UL. Pertence-lhe o título real. Governará como rei e como intermediário, numa perfeita harmonia entre as duas funções! 14Depois põe a coroa no interior do Templo de YÁOHU UL, para honrar os que lha deram - Heldai, Tobias, Yaoda-YÁOHU e Yaosa-YÁOHU também. 15Esses três que vieram assim de tão longe são percursores de muitos outros que um dia chegarão, vindos de terras longínquas, para reconstruir a casa de YÁOHU UL. Quando isto acontecer saberão que estas mensagens vêem de YÁOHU ULHÍM, YÁOHU UL Tzavulyáo celestiais.

Observe que em ZocharYaohu 6:11-13, está profetizado que o RENÔVO brotaria do lugar do sacerdote YAOHUSHUA ben- Yaohutzaodoq ( filho de YAOHU JUSTIÇA) e que YAOHUSHUA, o sacerdote, era o homem cujo nome era RENÔVO, significando em outras palavras, que o nome do MESSIAS seria YAOHUSHUA.

Então, os Yaohudim sabiam desta profecia. Sabiam o Nome do Mehushkhay que haveria de vir.

Por esse mesmo  motivo existem 14 personagens denominados YAOHUSHUA no Antigo Testamento, que foram todos ERRADAMENTE TRADUZIDOS  para Josias, Jesua, Jesu e Josué, além do Livro que leva Seu NOME YAOHUSHUA(Josué).

Na realidade, nomes próprios não podem ser traduzidos, mas sim transliterados. Transliteração é um processo de se transportar fonema por fonema, som por som, do idioma origem para o idioma destino, de tal forma, que a pronúncia correta e original fique 100% preservada.

O que ocorreu, mesmo erradamente nas traduções, é que o nome "jesus" se tornou insustentável e falso, na medida em que, temos para um mesmo nome hebraico “YAOHUSHUA”, diversas traduções diferentes, a saber, Josias, Jesua e Josué no Antigo Testamento, e de forma 100% fraudelenta no Novo Testamento o vocábulo "jesus" de origem idolátrica evidente, na tentativa de se "apagar a memória de Seu NOME." conforme Jeremias 11:19. Por favor, confira em sua bíblia!!!

ISTO SERVE PARA EVIDENCIAR AQUILO que as Escrituras afirmam em Jeremias 8:8, ou seja, AS ESCRITURAS SOFRERAM ADULTERAÇÕES por tradutores humanos, a partir do texto HEBRAICO, em especial nos NOMES!!!

Mais uma razão para se abandonar o falso nome "jesus".


Todos os personagens citados no Antigo Testamento com o Nome Yaohushua não receberam o Título Mehushkhay.

A diferença entre todos os personagens que tomaram o nome Yaohushua no Antigo Testamento e o Nosso Salvador YAOHUSHUA, é que, o único que recebe o título MEHUSHKHAY (Ungido), é o Filho do Carpinteiro, nascido da Virgem, conforme a profecia.

Somente o Filho de ULHIM é Mehushkhay. (Ungido)


Confira quais são:


1- O heróico filho de Num, da tribo de Efroim (Nm 13.8,16)

2- Um bete-semita (1Sm 6.14)

3- Um Governador em YAOHUshuaoleym, no reinado de Josias (2Rs 23.8)

4- Sumo sacerdote na reedificação do templo (Ag 1.1; Zc 3.1)

5- Um sacerdote do templo de Dão ud (1Cr 24.11)

6- Um levita, que distribuiu os dízimos pelos sacerdotes no tempo de
Ezequias (2Cr 31.15)

7- O filho de Jozadaque, o sumo sacerdote (Ed 2.3; 3.2; Ne 7.7)

8- Um ramo da tribo de YAOHUdah que voltou com Zorobabel (Ed 2.6; Ne 7.11)

9- Outro sacerdote e chefe, que veio com Zorobabel (Ed 2.36)

10- Pai de um levita que voltou com Esdras (Ed 2.36)

11- Pai de Ezer, que reparou o muro (Ne 3.19)

12- Um levita que selou o pacto (Ne 10.9)

13- Uma cidade perto de Berseba, recuperada por YAOHUdah depois da volta do cativeiro. (Ne 11.28)

14- Nome de um condutor militar (Ne 8.17)


Shuaoleym gam Ohaviul!!!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Traduções da Bíblia para o Português: Origens


Traduções da Bíblia para o Português
Origens
As primeiras traduções
(a) A Septuaginta. Como conseqüência dos setenta anos de cativeiro na Babilônia, e em virtude da forte influência do aramaico, a língua hebraica enfraqueceu-se. Todavia, fiéis à tradição de preservar os oráculos em sua própria língua, os judeus não permitiam ainda que fossem esses Livros Sagrados vertidos para outro idioma. Alguns séculos mais tarde, porém, essa atitude exclusivista e ortodoxa teria de dar lugar a um senso mais prático e liberal. Com o estabelecimento do império de Alexandre o Grande, a partir de 331 a.C., a língua grega popularizou-se ao ponto de tornar imprescindível que para ela se fizesse uma tradução das Sagradas Escrituras.
Segundo o escritor Aresteas, a tradução grega foi feita por setenta e dois sábios judeus (daí o seu nome "Septuaginta"), na cidade de Alexandria, a partir de 285 a.C., a pedido de Demétrio Falario, bibliotecário do rei Ptolomeu Filadelfo. Concluída trinta e nove anos mais tarde, essa versão assinalou o  começo de uma grande obra que, além de preparar o mundo para o advento de Cristo, deveria tornar conhecida de todos os povos a Palavra de Deus. Na igreja primitiva, era essa a versão conhecida de todos os cristãos.
(b) A "Hexapla" Nem todos os livros do Antigo Testamento, infelizmente, foram bem traduzidos na "Septuaginta", razão pela qual Orígenes, por volta de 228 d.C., compôs a Hexapla, ou versão de seis colunas, contendo a Septuaginta e as três traduções gregas do Antigo Testamento efetuadas por Áquila do Ponto, Teodoro de Éfeso e Símaco de Samaria, feitas respectivamente em 130, 160 e 218 d.C. Além destas, constavam nas duas últimas colunas o texto hebraico e o mesmo texto em grego. Esta grandiosa obra, constituída de cinqüenta volumes, perdeu-se provavelmente quando os sarracenos saquearam Cesaréia em 653 d.C.
(c) A Vulgata. Em 382 d.C., o bispo Dâmaso encarregou Jerônimo de traduzir da Septuaginta para o latim o Livro dos Salmos e o Novo Testamento, o que ele fez em três anos e meio. Mais tarde, um novo bispo assumia a direção da Igreja em Roma e percebia, com inveja, a grande cultura e a influência de Jerônimo. Este, perseguido e humilhado, se dirige a Belém, na Terra Santa, e ali estuda e trabalha durante trinta e quatro na tradução de toda a Bíblia para a língua latina. Jerônimo escreveu ainda vinte e quatro livros de comentários bíblicos, um conjunto de biografias de eremitas, duas histórias da igreja primitiva e diversos tratados. Mais tarde, a Bíblia de Jerônimo ficou conhecida por "Vulgata" (vulgar), sendo hoje usada pela igreja católica romana como a autêntica versão das Escrituras em latim, apesar de muitos eruditos a acharem pobre e até acusarem de conter falhas graves.
Códices e manuscritos bíblicos
A partir do quarto século depois de Cristo, os livros cristãos passaram a ser escritos em codex, palavra derivada de caudex, que era uma tabuinha coberta de cera na qual se escrevia com um estilete metálico (stylus). Reunidos por um cordão que passava por orifícios feitos no alto dos exemplares, à esquerda, os códices ficavam em forma de livro, portanto bem mais práticos de serem manuseados que os antigos rolos. Os mais importantes códices bíblicos são:
Sinaítico, produzido cerca de 325 d.C., contém todo o Antigo Testamento grego, além das epístolas de Barnabé e parte do Pastor de Hermas. Foi encontrado pelo sábio alemão Constantino Tischendorf, em 1844, no mosteiro de Santa Catarina, situado na encosta do Sinai. Tischendorf viu 129 páginas do manuscrito numa cesta de papel, para serem lançadas ao fogo. Percebendo o seu enorme valor, levou-as para a Europa. Em 1859 voltou ao mosteiro e encontrou as páginas restantes. Doada pelo seu descobridor a Alexandre II, da Rússia, essa preciosidade foi posteriormente comprada pela Inglaterra pela vultosa quantia de cem mil libras esterlinas. Está no Museu Britânico desde 1933.
Alexandrino, de meados do quarto século d.C., contém o Antigo Testamento grego e quase todo o Novo, com omissões de 24 capítulos de Mateus, cerca de quatro de João e oito de II Coríntios. Contém ainda a Primeira Epístola de Clemente de Roma e parte da Segunda. Está no Museu Britânico.
Outros famosos códices bíblicos são: o Vaticano, do quarto século d.C., contém o Antigo e o Novo Testamento, com omissões. Está na Biblioteca do Vaticano. O Efraemi, produzido por volta de 450 d.C., acha-se na Biblioteca Nacional de Paris. O Baza, encontrado por Teodoro Baza no mosteiro de Santo Irineu, na França, em 1581, está vinculado ao quinto século d.C. e encontra-se atualmente na Biblioteca de Cambridge, Inglaterra. O códice Washington, produzido nos séculos quarto e quinto d.C., acha-se no Museu Freer, na capital dos Estados Unidos da América.
Há, ainda, vários outros códices de menor importância, expostos em museus e bibliotecas de várias partes do mundo. Somente de Livros do Novo Testamento, completos ou em fragmentos, conhecem-se hoje 156.
Os rolos do mar Morto
Em se tratando de manuscritos em rolos, o mais antigo e o mais importante de todos foi encontrado casualmente em 1947 por um beduíno, numa bem dissimulada gruta nas proximidades de Jericó, junto ao mar Morto. Examinado pelo professor Sukenik, da Universidade Hebraica de Jerusalém, revelou-se pertencer ao terceiro século antes de Cristo. Contém o livro completo de Isaías e comentários de Habacuque, além de outras importantes informações sobre a época em que foi escondido. É mais conhecido como o Rolo do mar Morto.
A Bíblia em português
Período das traduções parciais
(a) "Venturoso", ou "bem-aventurado". A despeito de este título ter sido atribuído a D. Manuel como o principal incentivador das grandes navegações, mais bem-aventurado que este rei português foi um de seus antecessores, D. Diniz (1279-1325), por ter sido a primeira pessoa a traduzir para a língua portuguesa o texto bíblico, tornando assim possível a futura grande navegação dos leitores de língua portuguesa pelo imenso mar da Palavra de Deus.
Grande conhecedor do latim clássico, e leitor da Vulgata, D. Diniz resolveu enriquecer o português traduzindo as Sagradas Escrituras para o nosso idioma, tomando como base a Vulgata Latina. Embora lhe faltasse perseverança e só conseguisse traduzir os vinte primeiros capítulos do livro de
Gênesis, esse seu esforço o colocou em uma posição historicamente anterior a alguns dos primeiros tradutores da Bíblia para outros idiomas, como João Wycliff, por exemplo, que só em 1380 traduziu as Escrituras para o inglês.
(b) Fernão Lopes disse em seu curioso estilo de cronista do século XV, que D. João I (1385-1433), um dos sucessores de D. Diniz no trono português, "fez grandes letrados tirar em linguagem os Evangelhos, os Atos dos Apóstolos e as epístolas de São Paulo, para que aqueles que os ouvissem fossem mais devotos acerca da lei de Deus". (Crônica de D. João I, 2a. Parte). Esses "grandes letrados" eram vários padres que também se utilizaram da Vulgata Latina em seu trabalho de tradução.
Enquanto esses padres trabalhavam, D. João I, também conhecedor do latim, traduziu o Livro de Salmos, que foi reunido aos Livros do Novo Testamento traduzidos pelos padres. Seu sucessor, D. João II, outro grande apoiador das traduções do texto bíblico, mandou gravar no seu cetro a parte final do versículo 31 de Romanos 8: "Se Deus é por nós, quem será contra nós?", atestando assim o quanto os soberanos portugueses reverenciavam a Bíblia.
Como nessa época a imprensa ainda não havia sido inventada, os livros eram produzidos em forma manuscrita, fazendo-se uso de folhas de pergaminho. Isso tornava sua circulação extremamente reduzida. Por ser um trabalho lento e caro, era necessário que ou a igreja romana ou alguém muito rico assumisse os custos do projeto. Ninguém mais indicado para isto do que os nobres e os reis.
(c) Outras figuras da monarquia de Portugal também realizaram traduções parciais da Bíblia. A neta do rei D. João I e filha do Infante D. Pedro, a Infanta D. Filipa, traduziu do francês os Evangelhos. No século XV surgiram publicados em Lisboa o Evangelho de Mateus e porções dos demais Evangelhos, um trabalho realizado pelo frei Bernardo de Alcobaça, que pertenceu à grande escola de tradutores portugueses da Real Abadia de Alcobaça. Ele baseou suas traduções na Vulgata Latina.
(d) A primeira harmonia dos Evangelhos em língua portuguesa, preparada em 1495 pelo cronista Valentim Fernandes, e intitulada De Vita Christi, teve os seus custos de publicação pagos pela rainha Dona Leonora, esposa de D. João II. Cinco anos após o descobrimento do Brasil, D. Leonora mandou também imprimir o Livro de Atos dos Apóstolos e as epístolas universais de Tiago, Pedro, João e Judas, que haviam sido traduzidos do latim vários anos antes por frei Bernardo de Brinega.
Em 1566 foi publicada em Lisboa uma gramática hebraica para estudantes portugueses. Ela trazia em português, como texto básico, o Livro de Obadias.
Outras traduções
Outras traduções em língua portuguesa, realizadas em Portugal, são dignas de menção:
(a) Os quatro Evangelhos, traduzidos em elegante português pelo padre jesuíta Luiz Brandão.
(b) No inicio do século XIX, o padre Antônio Ribeiro dos Santos traduziu os Evangelhos de Mateus e Marcos, ainda hoje inéditos.
É fundamental salientar que todas essas obras sofreram, ao longo dos séculos, implacável perseguição da igreja romana, e de muitas delas só escaparam um ou dois exemplares, hoje raríssímos. A Igreja Romana também amaldiçoou a todos os que conservassem consigo essas "traduções da Bíblia em idioma vulgar", conforme as denominavam.
Período das traduções completas
Tradução de Almeida
Coube a João Ferreira de Almeida a grandiosa tarefa de traduzir pela primeira vez para o português o Antigo e o Novo Testamentos. Nascido em 1628 em Torre de Tavares, nas proximidades de Lisboa, João Ferreira de Almeida, quando tinha doze anos de idade, mudou-se para o sudeste da Ásia. Após viver dois anos na Batávia (atual Jacarta), na ilha de Java, Indonésia, Almeida partiu para Malaca, na Malásia, e lá, através da leitura de um folheto em espanhol acerca das diferenças da cristandade, converteu-se do catolicismo à fé evangélica. No ano seguinte começou a pregar o evangelho no Ceilão e em muitos pontos da costa de Malabar.
Não tinha ele ainda dezessete anos de idade quando iniciou o trabalho de tradução da Bíblia para o português, mas lamentavelmente ele perdeu o seu manuscrito e teve de reiniciar a tradução em 1648.
Por conhecer o hebraico e o grego, Almeida pôde utilizar-se dos manuscritos dessas línguas, calcando sua tradução no chamado Textus Receptus, do grupo bizantino. Durante esse exaustivo e criterioso trabalho, ele também se serviu das traduções holandesa, francesa (tradução de Beza), italiana, espanhola e latina (Vulgata).
Em 1676, João Ferreira de Almeida concluiu a tradução do Novo Testamento, e naquele mesmo ano remeteu o manuscrito para ser impresso na Batávia; todavia, o lento trabalho de revisão a que a tradução foi submetida levou Almeida a retomá-la e enviá-la para ser impressa em Amsterdã, Holanda. Finalmente, em 1681 surgiu o primeiro Novo Testamento em português, trazendo no frontispício os seguintes dizeres, que transcrevemos ipsis litteris: "O Novo Testamento, isto he, Todos os Sacro Sanctos Livros e Escritos Evangélicos e Apostólicos do Novo Concerto de Nosso Fiel Salvador e Redentor Iesu Cristo, agora traduzido em português por João Ferreira de Almeida, ministro pregador do Sancto Evangelho. Com todas as licenças necessárias. Em Amsterdam, por Viuva de J. V. Someren. Anno 1681."
Milhares de erros foram detectados nesse Novo Testamento de Almeida, muitos deles produzidos pela comissão de eruditos que tentou harmonizar o texto português com a tradução holandesa de 1637. O próprio Almeida identificou mais de dois mil erros nessa tradução, e outro revisor, Ribeiro dos Santos, afirmou ter encontrado um número bem maior.
Logo após a publicação do Novo Testamento, Almeida iniciou a tradução do Antigo, e ao falecer, em 6 de agosto de 1691, ele havia traduzido até Ezequiel 41:21. Em 1748, o pastor Jacobus op den Akker, de Batávia, reiniciou o trabalho interrompido por Almeida, e cinco anos depois, em 1753, foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes. Estava, portanto, concluído o inestimável trabalho de tradução da Bíblia por João Ferreira de Almeida.
Apesar dos erros iniciais, ao longo dos anos eruditos evangélicos têm depurado a obra de Almeida, tornando-a a preferida dos leitores de fala portuguesa.
A Bíblia de Rahmeyer
Tradução completa da Bíblia, ainda hoje inédita, traduzida em meados do século XVIII pelo comerciante hamburguês Pedro Rahmeyer, que residiu em Lisboa durante 30 anos. O manuscrito dessa Bíblia se encontra na Biblioteca do Senado de Hamburgo, Alemanha.
Tradução de Figueiredo
Nascido em 1725, em Tomar, nas proximidades de Lisboa, o padre Antônio Pereira de Figueiredo, partindo da Vulgata Latina, traduziu integralmente o Novo e o Antigo Testamentos, gastando dezoito anos nessa laboriosa tarefa. A primeira edição do Novo Testamento saiu em 1778, em seis volumes. Quanto ao Antigo, os dezessete volumes de sua primeira edição foram publicados de 1783 a 1790. Em 1819 veio à luz a Bíblia completa de Figueiredo, em sete volumes, e em 1821 ela foi publicada pela primeira vez em um volume único.
Figueiredo incluiu em sua tradução os chamados livros apócrifos que o Concílio de Trento havia acrescentado aos Livros canônicos em 8 de abril de 1546. Esse fato tem contribuído para que a sua Bíblia seja ainda hoje apreciada pelos católicos romanos nos países de fala portuguesa.
Na condição de exímio filólogo e latinista, Figueiredo pode utilizar-se de um estilo sublime e grandiloqüente, e seu trabalho resultou em um verdadeiro monumento da prosa portuguesa. Porém, por não conhecer as línguas originais e ter-se baseado tão-somente na Vulgata, sua tradução não tem suplantado em preferência popular o texto de Almeida.
A Bíblia no Brasil
Traduções parciais
(a) Nazaré. Em 1847 publicou-se, em São Luís do Maranhão, O Novo Testamento traduzido por frei Joaquim de Nossa Senhora de Nazaré, que se baseou na Vulgata. Este foi, portanto, o primeiro texto bíblico traduzido no Brasil. Essa tradução tornou-se famosa por trazer em seu prefácio pesadas acusações contra as "Bíblias protestantes", que, segundo os acusadores, estariam "falsificadas" e falavam
"contra Jesus Cristo e contra tudo quanto há de bom".
(b) Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a que ficou conhecida como "A primeira Edição Brasileira" do Novo Testamento de Almeida. Essa versão foi revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D. Pedro II; pelo pastor M. P. B. de Carvalhosa, de campos, RI, e pelo primeiro agente da Sociedade Bíblica Americana no Brasil, pastor Alexandre Blackford, ministro do Evangelho no Rio de Janeiro
(c) "Harpa de Israel" foi o título que o notável hebraísta F. R. dos Santos Saraiva deu à sua tradução do Livro dos Salmos, publicada em 1898.
(d) Em 1909, o padre Santana publicou sua tradução do evangelho de Mateus, vertida diretamente do grego. Três anos depois Basílio Teles publicou a tradução do Livro de Jó, com sangrias poéticas. Em 1917 foi a vez de J. L. Assunção publicar O Novo Testamento, tradução baseada na Vulgata Latina.
(e) Traduzido do velho idioma etíope por Esteves Pereira, O Livro de Amós surgiu isoladamente no Brasil em 1917. Seis anos depois, J. Basilio Pereira publicou a tradução do Novo Testamento e do Livro dos Salmos, ambos baseados na Vulgata. Por essa época surgiu no Brasil (infelizmente, sem indicação de data) a Lei de Moisés (O Pentateuco), edição bilingüe hebraico-português, preparada pelo rabino Meir Masiah Melamned.
(f) O padre Huberto Rohden foi o primeiro católico a traduzir no Brasil o Novo Testamento diretamente do grego. Publicada pela instituição católico-romana Cruzada Boa Esperança, em 1930, essa tradução, por estar baseada em textos considerados inferiores, sofreu severas críticas.
Traduções completas
(a) Em 1902, as Sociedades Bíblicas empenhadas na disseminação da Bíblia no Brasil patrocinaram nova tradução da Bíblia para o português, baseada em manuscritos melhores que os utilizados por Almeida. A comissão constituída para tal fim, composta de eruditos nas línguas originais e no vernáculo, entre eles o gramático Eduardo Carlos Pereira, fez uso de ortografia correta e vocabulário erudito. Publicado em 1917, esse trabalho ficou conhecido como Tradução Brasileira. Apesar de ainda hoje apreciadíssima por grande número de leitores, essa Bíblia não conseguiu se firmar-se no gosto do grande público.
(b) Coube ao padre Matos Soares realizar a tradução mais popular da Bíblia entre os católicos na atualidade. Publicada em 1930 e baseada na Vulgata, essa tradução possui notas entre parêntesis defendendo os dogmas da igreja romana. Por esse motivo recebeu apoio papal em 1932.
(c) Em 1943, as Sociedades Bíblicas Unidas encomendaram a um grupo de hebraístas, helenístas e vernaculistas competentes uma revisão da tradução de Almeida. A comissão melhorou a linguagem, a grafia de nomes próprios e o estilo da Bíblia de Almeida.
(d) Em 1948 organizou-se a Sociedade Bíblica do Brasil, destinada a "Dar a Bíblia à Pátria". Esta entidade fez duas revisões no texto de Almeida, uma mais aprofundada, que deu origem à Edição Revista e Atualizada no Brasil, e uma menos profunda, que conservou o antigo nome "Corrigida".
(e) Em 1967, a Imprensa Bíblica Brasileira, criada em 1940, publicou a sua Edição Revisada de Almeida, cotejada com os textos em hebraico e grego. Essa edição foi posteriormente reeditada com ligeiras modificações.
(f) Mais recentemente, a Sociedade Bíblica do Brasil traduziu e publicou a Bíblia na Linguagem de Hoje (1988). O propósito básico desta tradução tem sido o de apresentar o
texto bíblico numa linguagem comum e corrente.
(g) Em 1990, a Editora Vida publicou a sua Edição Contemporânea da Bíblia traduzida por Almeida. Essa edição eliminou arcaísmos e ambigüidades do texto quase tricentenário de Almeida, e preservou, sempre que possível, as excelências do texto que lhe serviu de base.
(h) Enquanto a edição da Bíblia Thompson estava sendo preparada, uma comissão constituída de eruditos em grego, hebraico, aramaico e português, coordenada pelo Rev. Luiz Sayão, trabalhava em uma nova tradução das Escrituras para a língua portuguesa, sob o patrocínio da Sociedade Bíblica Internacional.
(i) São, também, dignas de referência: A Bíblia traduzida pelos monges de Meredsous (1959); A Bíblia de Jerusalém, traduzida pela Escola Bíblica de Jerusalém (padres dominicanos), e editada no Brasil por Edições Paulinas em 1981, com notas, e a Edição Integral da Bíblia, trabalho de diversos tradutores sob a coordenação de Ludovico Garmus, editado por Editora Vozes e pelo Circulo do Livro, também com notas.
Abraão de Almeida e Jefferson Magno Costa (Bíblia de Referência Thompson, pgs. 1377, 1378 e 1379 – editora Vida)